Salmo 3: a oração da manhã que ergue a cabeça diante dos inimigos
Salmo 3.1-8 (leia o salmo completo em sua Bíblia, na versão de sua preferência)
Existe um preço para quem cresce. Quanto mais você avança, mais gente se levanta contra você. Quanto mais você dá frutos, mais gente vai querer arrancar a árvore pela raiz. E se você não quiser crescer, se você não quiser mais inimigos, a solução é simples: fique onde está. Não ponha a cara, não mostre seu rosto, não suba a montanha, não cresça, não dê frutos. Porque à medida que você cria resultados e impacta o mundo, você vai ter inimigos gratuitos, e eles vão te odiar de graça. Eles vão sentir raiva de você simplesmente porque você os incomoda.
Às vezes essa briga nem é ideológica. É geográfica. Você está ocupando um espaço que outra pessoa gostaria de estar ocupando, e ela quer te cancelar só para eliminar a concorrência. Ela está vivendo em disputa. Em disputa constante, permanente, cansativa.
É dentro desse cenário que o Salmo 3 nasce. Não é um salmo de gabinete, escrito em serenidade. É um salmo escrito em fuga, sob pressão, sob traição e sob perseguição. E, curiosamente, é o primeiro salmo do saltério que traz um título explicando o contexto: um salmo de Davi quando fugiu de seu filho Absalão.
A oração da manhã de um rei traído
Há oito dias havia sido pregado o Salmo 4, conhecido como o salmo vespertino, o salmo da noite: “em paz me deito, logo pego no sono, porque só tu me fazes repousar em segurança”. Era a oração de quem se deita. O Salmo 3 é o espelho dessa oração: é a oração de quem acorda. É o salmo da manhã.
Imagine seu próprio filho se levantando contra você e te dando um golpe de estado. O Midrash Tehilim liga esse salmo ao momento de maior humilhação que Davi já viveu. Não é uma humilhação qualquer, vinda de um estranho ou de um inimigo de guerra. É a traição de dentro de casa, do próprio sangue, do próprio filho.
Davi esteve perto de perder o trono. E ele perdeu quase tudo por um conselho errado. Aitofel, tio de Bate-Seba, era o conselheiro de Davi que, segundo a Bíblia, tinha o conselho de Deus. Era um homem que ouvia a voz de Deus, mas foi vencido pela amargura. E amargura, na descrição bíblica da guerra espiritual, sempre coloca um lado dos que venceram e outro dos que perderam. Em todos os casos, os que venceram, venceram a amargura. E os que perderam, perderam para a amargura.
Aitofel, o conselheiro vencido pela amargura
Aitofel guardou aquilo no coração por anos. Era tio de Bate-Seba, e o que aconteceu entre Davi e Bate-Seba ficou entalado dentro dele como uma faca escondida. Na primeira oportunidade que teve, ele enfiou essa faca nas costas de Davi. Se juntou a Absalão e deu o conselho para que ele aproveitasse o momento em que Davi estava fraco e fugindo, e descesse com tudo contra ele imediatamente.
Havia outro conselheiro que dizia o contrário: esperar, se organizar melhor, e só então ir contra Davi. Absalão escolheu esperar. E ali, sem saber, ele desperdiçou aquilo que se poderia chamar de lei da oportunidade: o momento certo, quando passa, não volta. Aitofel entendeu, no instante em que Absalão não aproveitou a hora certa, que a guerra estava perdida. Ele deu a Davi tempo para se organizar e se preparar para o confronto. E Aitofel, sabendo que Absalão perderia, foi lá e se enforcou. Ele é o Judas do Antigo Testamento.
Muitos dos antigos amigos de Davi, seus associados de longa data, o abandonaram naquela ocasião e se juntaram aos que o perturbavam. É disso que fala o texto quando diz que os inimigos se multiplicaram, aumentaram, cresceram em número e em intensidade.
“Como cresceram os meus inimigos”: a palavra que carrega multidão
Segundo a concordância de Strong, a palavra hebraica rabá não descreve uma ameaça isolada. Ela descreve uma multidão que cresce contra alguém. “Como cresceram os meus inimigos?” Vem então um mensageiro dizer a Davi: “todo o povo de Israel segue decididamente Absalão.” Essa palavra “decididamente” não está no texto original, mas descreve bem o clima: eles estavam com sangue nos olhos, querendo destronar Davi.
Davi sai de Jerusalém em fuga, porque Absalão vem com tudo. E Absalão pega as concubinas do rei e faz, em praça pública, o abuso das mulheres que pertenciam ao harém real, como forma de humilhação total e pública do pai.
O texto usa a palavra afligir, perturbar, adversários. Trata-se de um inimigo opressor, perseguidor, literalmente aquele que aperta. O texto evoca a sensação de sufoco. Era assim que Davi se sentia: pressão de todos os lados. Você já viveu isso? Sentindo pressão de todos os lados, de cima, de baixo, dos lados, sem brecha para respirar?
A raiz da palavra transmite a ideia de aperto, de estreitamento. Isso traduz bem o cerco que estava sobre Davi. Um linguista chamado Henry Marte diz que os problemas parecem crescer como uma maré que sobe, mas eles nunca ultrapassam os limites de Deus. Diga com seu irmão: Deus está colocando limite aos seus adversários.
Muitos se levantam, diz o texto. Não é uma expressão dramática de Davi. Havia de fato uma multidão, de milhares e milhares, e eles se ergueram em oposição, se levantaram para atacar. Davi estava cercado, afrontado, e pior, estava sendo zombado, ridicularizado. Vozes tentavam abalar sua confiança dizendo que Deus o havia deixado, que Deus o havia abandonado.
Simei, o profeta de oportunidade
Charles Spurgeon dizia que a espada do inimigo pode ferir o corpo, mas a língua do escarnecedor fere a alma. E a declaração dos adversários de Davi era exatamente essa: “não há socorro para ele em Deus.” A situação de Davi era tão grave que muitos sentiam que ele estava além da ajuda de Deus. Alguns aproveitaram o momento para insultá-lo, não porque acreditassem que Deus fosse incapaz de ajudar Davi, mas porque acreditavam que Deus não queria mais ajudá-lo. Davi entrou no ostracismo. Até Deus parecia tê-lo deixado. Olhavam para ele e pensavam: isso é tudo que Davi merece.
Foi nesse cenário que Simei apareceu, jogando pedras contra Davi e o amaldiçoando. Ele dizia que Deus estava agora contra Davi, que ele estava apenas recebendo a paga que merecia. O texto registra: “fora daqui, fora, homem de sangue, homem de Belial, o Senhor te deu agora a paga de todo o sangue da casa de Saul, cujo reino usurpaste.”
Já viu o profeta de oportunidade? Ele nunca teve coragem de falar com você nada enquanto tudo ia bem, mas no momento em que te vê aflito, aproveita a ocasião para dizer tudo que sempre pensou. Esse é o Simei. Quantos Simeis você já encontrou por aí, esperando o jogo virar contra você para finalmente abrir a boca?
E o interessante é o que acontece depois. Quando o jogo virou de verdade, Simei foi correndo atrás do rei, rabinho entre as pernas, pedir desculpa. E Davi, na hora, disse: deixa ele, deixa ele. Mas quando Salomão sobe ao trono, o pai lembra o filho: você não vai ter paz no seu reino se mantiver Joabe e Simei perto de você. Resolve essa treta. O texto diz que muitos diziam da alma de Davi: “não há salvação para ele em Deus.” Spurgeon dizia que o mais cruel golpe não é a espada do inimigo, mas a sugestão de que Deus nos abandonou. Essa é a pior afronta, não só contra a pessoa de Davi, mas contra a própria fidelidade de Deus para com ele.
Mas o salmo não fica por aí
O que as pessoas dizem não é o ponto final para quem sabe ministrar a si mesmo. E é exatamente isso que Davi faz dentro do próprio salmo, é isso que ele faz em tantos outros salmos: ele se dirige a si mesmo. “Mas tu, Senhor, és um escudo para mim, a minha glória e o que exalta a minha cabeça. Clamei ao Senhor com a minha voz e ele me respondeu do seu santo monte.”
“Tu és um escudo para mim.” Escudo é mais do que um pequeno objeto de defesa localizada, algo à frente do corpo. No hebraico dessa passagem, é uma proteção que envolve por completo, uma redoma. Davi se sentia como que dentro de uma redoma de proteção. Foi isso que Deus disse a Abraão: “eu sou o seu escudo.” Deus está colocando essa redoma sobre a igreja, sobre a vida de quem lê este texto, sobre a família de quem lê este texto. Nenhuma flecha será atirada sobre Jerusalém. Deus está enviando o anjo, como enviou ao arraial de Senaqueribe. Deus está enviando os seus anjos agora para proteger e guardar.
Entenda que Davi não está orando pedindo a Deus que faça isso. Ele está declarando o fato. Há muitos cristãos que não entendem que a oração tem tipos diferentes. Existe a oração de clamor, a oração de súplica, a oração de pedido. E existe a declaração profética, que não pede, afirma. “Tu és um escudo para mim.” Não é pergunta. Não é pedido. É declaração.
Glória e a cabeça levantada
“A minha glória e o que exalta a minha cabeça.” Deus é mais do que a proteção de Davi. Ele também é quem coloca Davi em posição mais alta, exaltando sua cabeça e mostrando sua própria glória através dele. Foi o próprio Davi quem escreveu, no Salmo 75, que Deus é o juiz que a um abate e a outro exalta.
Davi havia perdido o trono, a reputação, a confiança do povo de Israel. Mas ele reconheceu que sua verdadeira honra vinha de Deus, não do trono. Ele estava vivendo uma passagem, uma página de uma história maior. Davi troca o olhar dos homens pela visão de Deus. Enquanto eles o rebaixam publicamente, Deus levanta a sua cabeça em segredo.
Essa frase, “o que exalta a minha cabeça”, é uma profecia autorrealizável pela própria oração e pela relação de Davi com Deus. Ele declara que Deus levantaria sua cabeça caída em humilhação e restauraria sua confiança, sua dignidade, seu trono. Deus é quem ergue a cabeça, restaura o ânimo, restaura a honra. Deus é quem dá dignidade quando os homens tentam envergonhar você.
É isso que significa a palavra glória, kavod, segundo a concordância de Strong: peso, honra, dignidade. Deus é a verdadeira honra de Davi, não o trono perdido. E a palavra exalta, segundo a mesma fonte, significa levantar mais alto, levar acima, restaurar a posição. O texto diz que os inimigos se levantam contra Davi, e Davi responde dizendo que Deus o levanta acima dos inimigos.
Os homens encontram glória em todos os tipos de coisa: fama, poder, prestígio, posses. Davi encontrou sua glória no Senhor. Mais adiante, em Primeira Crônicas, quando tudo já estava resolvido, ele escreveria: “teu, Senhor, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade, porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra. Teu, Senhor, é o reino, e tu te exaltaste por chefe de todos. Riquezas e glória vêm de ti. Tu dominas sobre tudo. Na tua mão há força e poder. Contigo está o engrandecer e a tudo dar força.”
Clamei ao Senhor com a minha voz
“Clamei ao Senhor com a minha voz. Ele me ouviu do seu santo monte.” Essa não é a oração típica, silenciosa, de quem ajusta a frequência buscando o coração de Deus. Essa é a oração do clamor, da súplica, a oração em voz alta.
Enquanto os inimigos diziam que Deus não queria nada com Davi, ele podia gloriosamente dizer: Deus me ouviu. Embora Absalão tivesse tomado Jerusalém e forçado Davi a fugir da capital, o rei ainda conhecia o caminho do santo monte de Deus. Ele conhecia o caminho do Santo dos Santos. Existem crentes que conhecem esse caminho. E existe gente que está há muito tempo na igreja, mas nunca chegou nesse lugar onde se senta na mesa do conselho, onde se participa das decisões, onde se vira as chaves da história, onde se alteram os assuntos da terra porque se conversa com o dono de tudo.
“Com a minha voz.” A palavra usada descreve som, grito. A voz aqui é um grito. Não foi uma oração mental. Davi ergueu sua voz em clamor audível. Spurgeon dizia que as orações silenciosas são ouvidas, sim, mas os homens bons muitas vezes descobrem que, mesmo em segredo, oram melhor em voz alta do que quando não emitem nenhum som vocal. Clamei, a expressão significa chamar, invocar, proclamar. É um clamor de urgência, não uma formalidade, não uma oração de voz impostada, performática. Há quem tenha que decidir se vai impressionar os homens ou se vai falar com Deus na sala do trono. As duas coisas não acontecem ao mesmo tempo.
“Respondeu” é a palavra usada para testemunhar. Ele deu testemunho, ele interveio. A resposta não é só auditiva, é ativa. Deus entrou em ação. Quando Davi clamou, Deus se moveu. A oração não é um eco perdido no vazio. Ela sobe ao trono e retorna com resposta.
Deitei-me e dormi: descansar em meio à guerra
“Deitei-me, e dormi. Acordei porque o Senhor me sustenta.” Como é que se dorme no meio de um golpe de estado do próprio filho? Não terei medo de dez milhares de pessoas que se puseram contra mim ao redor. Tudo o que você precisa às vezes é apenas de descanso. Se as coisas vão mal, às vezes a solução é simplesmente tirar o resto do dia para descansar.
Houve um dia de uma experiência assim: lutar com todas as forças tentando resolver, virar uma chave, e não conseguir. Não conseguir de jeito nenhum. Ir para casa, deitar, descansar. E, no outro dia, bem cedo, na primeira hora, tudo aquilo que não tinha se resolvido no dia anterior se resolveu, porque tudo que faltava era descanso.
Davi estava sob pressão tão intensa devido às circunstâncias, mas mesmo assim deitou-se e dormiu sob pressão, sob angústia, sob ataque. Só um homem de muita fé consegue dormir no meio de uma situação dessas. No meio dessa crise toda, Davi fala revolucionariamente que deitou e dormiu. Agora isso é um ato de fé e de coragem de quem acredita, não é apenas deitar e dormir por cansaço.
Ele disse: “deitei, dormi e acordei”. Pode parecer óbvio, mas não era óbvio. Acordar seria outra bênção, pois muitos se perguntavam se Davi viveria para ver outro dia. Pense nisso: quando você dorme, está inconsciente, morto para o mundo, mas você respira, seu coração bate, seus órgãos continuam funcionando. O mesmo Deus que sustenta durante o sono sustenta em meio às crises, dificuldades e batalhas.
“O Senhor me sustentou.” Sustentar aqui carrega o sentido de apoiar, afirmar, sustentar como uma coluna. O texto sugere que, depois de uma noite angustiante, Davi despertou confiante. Tudo o que se precisa às vezes é somente de um novo dia.
Não terei medo dos dez milhares
E ele continua: “não terei medo.” Dos dez milhares que me cercam. Não era um número simbólico ou “evangelástico”, era literalmente dez milhares, um grande exército. Mas Davi se lembrou das canções que as mulheres cantavam: Saul matou milhares, Davi dez milhares. Davi já tinha experiência de vencer dez milhares. Ele estava pronto para vencer outra vez, para fazer de novo, para ver Deus se manifestar outra vez, como já tinha se manifestado antes.
“Dez milhares” carrega o sentido de multidão inumerável. E “cercarem”, segundo Strong, significa rodear, dar volta, sitiar. É a sensação de estar sitiado, cercado por todos os lados.
Levanta-te, Senhor: o clamor militar
É nesse ponto que Davi grita: “levanta-te, Senhor.” Essa é uma frase militar. Era o clamor de Moisés quando os filhos de Israel levantavam acampamento no deserto, pedindo a Deus que avançasse tanto para defendê-los quanto para conduzi-los à vitória. Essa era a oração matinal de Moisés. O texto registra que, partindo a arca, Moisés dizia: “levanta-te, Senhor, e sejam dissipados os teus inimigos, e fujam diante de ti os que te odeiam.”
Essa era a oração de Moisés, e devia ser a oração de muita gente que acorda pressionada, premida, atacada. Levanta-te, Senhor. É a oração de quem lê o jornal e vê o caos. É a oração de quem recebe uma notícia ruim, uma ameaça, uma afronta. Levanta-te, Senhor.
“Fere no queixo a todos os meus inimigos. Quebra os dentes aos ímpios.” A tradução dessa passagem fala em queixo ou face: feriste na face. É como bater no rosto em um gesto de humilhação pública. Não basta o inimigo ser vencido, ele precisa ser humilhado publicamente. Não é só uma derrota militar, é a vergonha diante de todos.
Fere no queixo, quebra os dentes: a humilhação do inimigo
“Quebraste os dentes aos ímpios.” Queixos e dentes quebrados são linguagem poética de humilhação total, tirando do inimigo a capacidade de atacar. Rashi dizia que essa metáfora indica desonra pública. A imagem é a de um inimigo como uma fera que perdeu o poder de ferir, que perdeu o poder de morder. Deus os reduziu à impotência.
Neste exato momento, Deus está limitando o acesso e o poder dos inimigos. Deus está tirando o poder da mordida, quebrando os queixos, quebrando os dentes. Aqueles que querem devorar não terão força para fazê-lo. Um leão sem dentes pode rugir, mas não pode ferir. Assim são os inimigos quando Deus intervém. O inimigo está sendo neutralizado.
A salvação pertence ao Senhor
O texto termina assim: “a salvação vem do Senhor. Seja a tua bênção sobre o teu povo.” Martinho Lutero dizia que aqui está a suma do evangelho: do Senhor vem a salvação, não de reis, não de exércitos, nem de méritos humanos. A salvação pertence ao Senhor. Nem reis, nem exércitos, nem estratégias. Não vem da política, nem da força bruta. Somente o Senhor salva.
Davi entendia que a salvação é propriedade de Deus. Não é propriedade de nenhuma nação nem de nenhuma pessoa, mas do Senhor. “A tua bênção seja sobre o teu povo.” Davi não estava pedindo somente o próprio livramento. Ele estava pedindo a bênção para todo o povo. Em um momento de calamidade pessoal, ele estava preocupado com todo o povo de Deus. Em suma, ele estava dizendo: Deus, eu sou o melhor rei para essa nação do que Absalão. Ele orou por preservação e vitória na provação porque sabia que era a melhor opção para o povo.
A crise é real, mas a confiança é maior
Enfim, a crise é real. Muitos inimigos, muitas vozes. Mas a confiança é maior. Deus é escudo, é glória, é honra, é proteção, é sustento. E a vitória é certa, porque a salvação pertence ao Senhor.
Talvez a vida de quem lê este texto esteja marcada por culpa e condenação hoje. Talvez tenha sido tão agredida, tão atacada, que caiu em desânimo. Talvez esteja triste, angustiada. Deus está levantando essa cabeça para a batalha. Deus está erguendo, Deus está se levantando em favor de quem clama, acima das circunstâncias, acima das dificuldades, acima dos inimigos. Deus está respondendo o clamor de quem grita do fundo de uma crise real, assim como respondeu o clamor de Davi do seu santo monte.
Este texto é apenas uma parte do que foi ministrado sobre o Salmo 3. Para acompanhar a exposição completa, com todo o desenvolvimento e a aplicação, assista ao vídeo na íntegra e ouça também o episódio no podcast pessoal do Bispo JB Carvalho.
