Tire os reis da caverna

Charles Scott, de cabelos brancos e óculos, fala ao microfone na Conferência Global 2026

Algo bom vai acontecer com você. Era o que Oral Roberts dizia antes de cada programa de televisão e de cada mensagem que pregava debaixo da sua tenda. E é nesse mesmo espírito que eu declaro: algo bom vai acontecer com você hoje. Você é abençoado quando entra e abençoado quando sai, abençoado quando está por baixo e quando está por cima, num lugar pequeno e num lugar grande. Tudo aquilo em que você coloca a mão é abençoado.

O Senhor protegerá a sua saída e a sua chegada, desde agora e para sempre.

Salmos 121.8 (NVI)

Eu quero levar você ao livro de Josué, no capítulo 10.

Por isso, Adoni-Zedeque, rei de Jerusalém, fez o seguinte apelo a Hoão, rei de Hebrom, a Piram, rei de Jarmute, a Jafia, rei de Laquis, e a Debir, rei de Eglom: “Subam até mim, ajudem-me e ataquemos Gibeom, pois ela fez a paz com Josué e com os israelitas”. Então, os cinco reis dos amorreus, os reis de Jerusalém, de Hebrom, de Jarmute, de Laquis e de Eglom, reuniram-se e vieram com todos os seus exércitos. Cercaram Gibeom e a atacaram.

Josué 10.3-5 (NVI)

E a história continua:

Os cinco reis fugiram e se esconderam na caverna de Maquedá.

Josué 10.16 (NVI)

Então, Josué disse: “Abram a entrada da caverna e tragam-me aqueles cinco reis”.

Josué 10.22 (NVI)

Tire os reis da caverna.

Charles Scott levanta a mão enquanto prega, ao lado do intérprete
Charles Scott pregou em inglês, com tradução no palco

Três batalhas

Há três batalhas importantes nos primeiros capítulos de Josué. A primeira é a mais conhecida: a batalha de Jericó. A maioria de nós, na vida, no ministério, na caminhada com o Senhor, já lutou a batalha de Jericó. É quando o inimigo coloca uma muralha, uma barreira diante de você, para impedir que você tome posse das promessas de Deus.

A segunda é a batalha de Ai. Foi ali que Acã pecou e escondeu coisas proibidas na sua tenda. É a história que nos ensina que não há avanço quando existe pecado no acampamento.

A terceira é esta que lemos no capítulo 10. Não é uma batalha menor. É uma batalha muito importante, porque é ela que decide se você vai conseguir manter tudo o que já conquistou. Tudo o que você ganhou em Jericó e tudo o que você ganhou em Ai vai ser disputado em Maquedá. É a batalha para sustentar a sua vitória.

Entenda: ninguém herda as promessas de Deus sem batalha. Jericó foi a batalha do muro. Ai foi a batalha do desejo. Maquedá é a batalha em que cinco reis se esconderam numa caverna. Em Jericó, Deus derruba o que está na sua frente. Em Ai, Deus trata o que está escondido dentro de você. E em Maquedá, Ele trata o inimigo que está escondido de você. É ali que o inimigo se recolhe para os lugares ocultos.

Nós estamos indo atrás do inimigo escondido. Daquilo que tem limitado você, que tem impedido você de avançar, que parou o seu progresso, que atrapalhou o seu casamento, que afetou a sua saúde, que dividiu a sua família. Isso tem ficado em lugares escondidos, mas nós vamos tirar os reis da caverna e declarar vitória em nome de Jesus.

Público em adoração diante do palco iluminado de verde
A noite do segundo dia da Conferência Global 2026

O teste da consagração

Essas três batalhas são três provas da nossa jornada espiritual. Em Jericó, a primeira prova é a da consagração. Deus dá a Israel uma estratégia que não faz sentido nenhum. Não é uma estratégia militar. É uma estratégia de consagração. Fiquem em silêncio, marchem ao redor das muralhas e, quando eu disser, gritem.

Alguns de nós nunca venceríamos a batalha de Jericó, porque não sabemos ficar em silêncio. Queremos ir para o Instagram e contar tudo para todo mundo. Queremos que todos no Facebook saibam das nossas lutas, que todos na igreja conheçam as nossas batalhas. Mas Deus disse: eu quero que vocês fiquem calados. Não havia arma de guerra nem tática. A batalha seria vencida fazendo exatamente o que Deus mandou, do jeito que Ele mandou, mesmo que não fizesse sentido.

É preciso obedecer a Deus quando não faz sentido na sua cabeça, quando não é lógico, quando ninguém mais entende. Aquilo que você não consegue derrubar com estratégia, você derruba com a sua adoração. É por isso que o inimigo quer silenciar a sua adoração. Enquanto você fica calado, o muro continua firme. Quando você dá o grito de vitória, os muros caem.

O teste da concessão

A segunda prova é a da concessão. Em Ai acontece uma derrota improvável. Um homem chamado Acã viu uma capa babilônica, duzentos siclos de prata e uma barra de ouro. Tomou o que era proibido e escondeu. E o que torna a prova de Acã tão perigosa é que ele teve fome de algo que Deus tinha chamado de inferior.

A capa é a tentação de se vestir com algo que nunca foi designado para você. É a máscara que você usa diante das pessoas, a personalidade que você encena para se esconder. É tentar pregar como outra pessoa, em vez de pregar o que Deus te chamou a pregar. É tentar conduzir o seu negócio como outro conduz, em vez do jeito que Deus te chamou a conduzir. É uma veste falsa.

A prata é a ilusão de que dá para comprar aceitação com desempenho. Se eu trabalhar mais, se eu fizer mais, se eu agradar a todos, então vão me aceitar. E o ouro é a busca de um valor medido pela aprovação dos outros. Mas nós não estamos aqui pelo aplauso dos homens. Estamos aqui pela aprovação de Deus.

Eu, porém, e a minha família serviremos ao Senhor.

Josué 24.15 (NVI)

O teste da ocultação

E então chegamos à terceira prova, a da ocultação. É a menos visível de todas. É a prova das vozes com as quais você se alinhou e das alianças que você fez. Repare: Jericó foi enfrentada uma vez. Ai foi enfrentada uma vez. Mas nesta batalha o inimigo se esconde depois de derrotado. Quanto mais fundo você entra naquilo que Deus prometeu, as batalhas não ficam menores. Elas se intensificam. Mas maior é o que está em nós do que o que está no mundo.

Filhinhos, vocês são de Deus e os venceram, porque aquele que está em vocês é maior do que aquele que está no mundo.

1 João 4.4 (NVI)

Para chegar a Josué 10, é preciso olhar para Josué 9, que conta o que veio antes. Havia um povo, os gibeonitas, que sabia que não podia derrotar Israel. Então usaram a astúcia. Se disfarçaram de viajantes vindos de uma terra distante, com sandálias gastas, pão mofado e odres rachados. E enganaram Josué e os líderes de Israel. A Escritura diz com todas as letras por quê:

Os israelitas examinaram as provisões dos heveus, mas não consultaram o Senhor.

Josué 9.14 (NVI)

Eles tinham vencido Jericó seguindo as instruções de Deus. Tinham vencido Ai tirando o pecado do acampamento. Mas aqui não consultaram o Senhor, e foram enganados porque o que viram parecia gasto e familiar, como algo que tinha andado com eles por um longo caminho.

As batalhas vão se intensificar na nossa vida se não levarmos tudo ao Senhor. Precisamos levar cada ferida, cada derrota, cada luta, cada relacionamento, cada oportunidade, e perguntar: Senhor, qual é a tua vontade? Josué foi enganado porque aquilo parecia familiar. Muitas vezes carregamos feridas com as quais já nos acostumamos, e aprendemos a esconder algumas coisas da nossa vida. Coisas que não levamos ao Senhor. Mas hoje nós vamos trazê-las para fora. Vamos dar nome aos cinco reis.

Charles Scott e o intérprete no palco, ao lado do púlpito de acrílico
Charles Scott na Conferência Global 2026

O primeiro rei: a justiça falsificada

O primeiro é Adoni-Zedeque, o rei falsificado da justiça. A cidade dele era Salém, que depois ficou conhecida como Jerusalém. Ele tem um nome parecido e vem da mesma cidade de Melquisedeque. Melquisedeque foi um verdadeiro rei e sacerdote, uma sombra e um tipo de Jesus Cristo. Adoni-Zedeque é uma imitação. Está na mesma cidade, tem um nome semelhante, mas organiza violência contra o povo de Deus. Usa uma fachada, uma imitação de justiça, para ferir o povo de Deus.

Quero ser honesto com você: muita gente foi ferida em nome de Jesus Cristo. Algumas das feridas mais profundas que carregamos não foram causadas pelo mundo. Aconteceram dentro da igreja, em nome da justiça. No mundo inteiro há pessoas que saíram da igreja porque foram feridas e abusadas por alguém. Viram líderes que controlavam em vez de servir. Viram o dinheiro importar mais do que as pessoas. Porque é uma justiça falsificada.

E eu creio que existe aqui uma palavra profética para o Brasil. A nossa universidade estuda isso no mundo inteiro, e o Brasil é o lar da maior família de crentes cheios do Espírito Santo da terra. Deus vai ampliar a sua influência. Vai dar ao Brasil a oportunidade de mostrar às nações como é uma igreja santa, como é uma liderança verdadeira. Vai deixar você mostrar ao mundo que, mesmo quem foi ferido na casa de Deus, pode ser curado e liberto. E vai mostrar ao mundo como é a igreja de Jesus Cristo.

O segundo rei: a aliança quebrada

O segundo é o rei de Hebrom. Hebrom vem de uma raiz hebraica ligada a unir, conectar, formar aliança, a mesma ideia de amigo e companheiro. Hebrom é a ferida do abandono e da traição: fazer uma parceria e quebrar a aliança. A gente vê isso em famílias em que o pai vai embora, ou em que a mãe vai embora. No amigo que se volta contra você, no cônjuge que parte, no sócio que rompe a sociedade. É a amizade falsificada. E muitas vezes ficamos em relacionamentos que ferem porque achamos que é melhor estar acompanhado do que sozinho. Mas Deus tem algo melhor para você.

Esta é a minha terceira visita ao Brasil, e eu vou dizer o que encontrei aqui. O Brasil entende de família. Entende de hospitalidade. Entende o que é pertencer. A família brasileira cheia do Espírito Santo é do que a igreja global precisa. Por isso eu desafio cada pastor e cada igreja: se você quer que Deus dê crescimento à sua igreja, seja uma igreja onde quem não tem pai encontra um pai, onde quem não tem mãe encontra uma mãe, onde quem foi traído encontra amizade verdadeira. Se você abrir os braços, o Senhor vai enviar essas pessoas e vai alargar as suas fronteiras, se você estender a mão a quem está ferido e precisa de compaixão.

O terceiro rei: a exaltação de si mesmo

O terceiro é o rei de Jarmute. O nome vem de levantar, e fala de exaltar a si mesmo. É o espírito que diz: eu não sou bom o bastante, então preciso fazer as pessoas me enxergarem. É a crença de que eu não sou suficiente, de que nunca vou ser nada. Isso é universal. Pode vir de uma palavra de um pai, de uma mãe, de um professor. É uma imagem que destrói a imagem de Deus em nós.

Mas quando Deus olha para o Brasil, Ele não vê vasos vazios que não são bons o bastante. Ele vê uma nação forte e poderosa em nome de Jesus. Houve um espírito que atacou esta nação. Desde a colonização, em 1500, quiseram fazer os brasileiros acreditarem que não eram bons o bastante. Mesmo depois da independência, em 1822, muitos brasileiros continuaram sem acesso à liberdade e aos seus direitos. Mas existe uma voz que confronta isso: a voz da igreja brasileira. Em 1911, em Belém, um pequeno grupo de crentes se reuniu para orar e pedir a Deus um avivamento. E daquela pequena reunião de oração nasceu o que hoje são redes de igrejas que enviam missionários ao redor do mundo e alcançam dezenas de milhares de pessoas. Você não é de segunda classe. Você não é menos.

Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

Romanos 8.31 (NVI)

O quarto rei: o trauma

O próximo é o rei de Laquis. O nome fala de aprisionamento. É a ferida do trauma, algo que causa uma dor profunda na alma, paralisa a fé e limita a visão. E aqui também há uma palavra para o Brasil: o mundo precisa de uma igreja que não seja intimidada e que não tenha medo. Eu creio que vocês chegaram ao Reino para um momento como este. Vocês sabem adorar ao Senhor, e a adoração de vocês derruba muralhas. Vocês sabem clamar ao Senhor, e por isso podem vencer todo inimigo. Vocês podem ser um povo confiante no Senhor.

Mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo.

Daniel 11.32 (ARA)

O quinto rei: a imaturidade

O último é o rei de Eglom. É um nome hebraico curioso: significa bezerro novo. Um animal que já mostra a forma do que vai ser, mas continua imaturo. Nunca chega à sua força. Nunca alcança o seu potencial. O crescimento dele foi interrompido.

O inimigo não se importa que você acredite que tem um futuro. Ele só não quer que você viva esse futuro. Pode confessar, desde que não possua. Mas o diabo é mentiroso. Nós vamos ser o que Deus nos chamou para ser e tomar posse da promessa.

Esse é o chamado do Brasil para a igreja global: mostrar ao mundo como é um movimento cheio do Espírito que amadureceu. Uma igreja que não cresce só em número, mas cresce intelectualmente, academicamente, espiritualmente, e cresce na imagem e semelhança de Cristo. É isso que o Espírito Santo quer de nós.

É necessário que ele cresça e que eu diminua.

João 3.30 (NVI)

Uma igreja que se pareça com Jesus Cristo. Uma igreja unida no Espírito, que não se separa nem se divide por coisas pequenas, mas mostra a plenitude de Cristo e a semelhança do nosso Senhor e Salvador.

Mulher de olhos fechados e mão levantada em adoração, entre o público
O público em adoração

Selado não é curado

Aqueles reis não morreram na batalha de Gibeom. Eles se esconderam numa caverna. Você pode sobreviver a muitas batalhas e atravessar muita dor, e ainda assim ter reis escondidos na caverna. De vez em quando, alguma coisa desperta uma lembrança e algo se levanta dentro de você. Um medo, uma memória ruim. Algo que silencia a sua fé e limita as suas orações, porque o rei ainda está na caverna.

Mas nós não vamos deixá-los lá. Se eles estão lacrados na caverna, ouça: lacrado não é curado. É preciso tirá-los de lá. E você não vence aquilo que se recusa a nomear. Você precisa dar nome a esse rei, chamá-lo para fora e dizer: eu estou pronto para te enfrentar e para te derrotar. Eu quero ser livre e ser tudo o que Deus me chamou para ser. O medo pode destruir a sua fé, e o desânimo pode destruir o seu destino. Mas nós vamos tirar os reis da caverna.

Talvez eles estivessem aqui enquanto você levantava as mãos em adoração, enquanto cantava louvores ao Senhor, enquanto ouvia a palavra de Deus. Escondidos. Mas agora nós chamamos para fora.

Só ele cura os de coração quebrantado e enfaixa as suas feridas.

Salmos 147.3 (NVI)

Se o seu coração foi quebrado, se você foi ferido por alguém que te abandonou, nós dizemos a esse rei: você não governa mais a minha vida. Talvez tenha sido alguém que você ama, alguém da igreja, alguém do seu negócio. Mas existe um amigo mais chegado que um irmão, e Jesus disse:

Nunca o deixarei; jamais o abandonarei.

Hebreus 13.5 (NVI)

Você não está sozinho. Talvez você sinta o rei da vergonha sempre lembrando os seus fracassos, dizendo que você não é suficiente. Mas a minha Bíblia diz:

Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus.

Romanos 8.1 (NVI)

Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres.

João 8.36 (NVI)

Talvez seja o medo e a intimidação. Medo de dar um passo, de abrir aquele negócio, de entrar naquela oportunidade, de lançar aquela visão. Mas a minha Bíblia diz:

Pois Deus não nos deu um espírito de covardia, mas de poder, de amor e de domínio próprio.

2 Timóteo 1.7 (NVI)

Somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou. Talvez seja uma ferida que você esconde, que nem o seu cônjuge conhece. As lágrimas que você chora sozinho, a oração que você não quer que ninguém ouça, porque vem de um espírito ferido. Jesus está aqui para enfaixar essa ferida e curar essa dor. Talvez você tenha se sentido como Elias, sozinho. Talvez seja vergonha e culpa. Não estamos dizendo que o que aconteceu foi certo, mas que o sangue de Jesus purifica todo pecado. Talvez seja um espírito quebrado, uma ferida que vai fundo, uma ferida de geração, até uma ferida que veio de dentro da igreja. Alguém te feriu, e não devia ter ferido, e aquilo se repete na sua cabeça como um filme que não para. Isso para agora.

Palco iluminado de vermelho e roxo, com o público de mãos levantadas
Louvor na noite do segundo dia

O pé no pescoço dos reis

Veja o que Josué fez quando os reis saíram da caverna:

Quando os levaram a Josué, ele convocou todos os homens de Israel e disse aos comandantes do exército que o tinham acompanhado: “Venham aqui e ponham o pé no pescoço destes reis”. Então, eles se aproximaram e puseram o pé no pescoço dos reis. Josué lhes disse: “Não tenham medo! Não desanimem! Sejam fortes e corajosos! Isso é o que o Senhor fará com todos os inimigos que vocês tiverem que combater”.

Josué 10.24-25 (NVI)

Ele chamou os comandantes. Os reis foram tirados da caverna e lançados ao chão. Lance no chão o medo. Lance no chão o abandono. Lance no chão a vergonha. E coloque o pé sobre aquilo que tem prendido você.

Diabo, você está debaixo dos meus pés, e eu sou livre em nome de Jesus. Medo, vá embora. Solidão, vá embora. Vergonha e dor, vão embora. Feridas e mágoas, vão embora. Nós somos curados em nome de Jesus. O rei saiu da caverna, está debaixo dos meus pés, e eu sou vitorioso em nome de Jesus.

Para guardar

  • Aquilo que você não consegue derrubar com estratégia, você derruba com a sua adoração.
  • Ser selado não significa ser curado.
  • Nós não estamos aqui pelo aplauso dos homens. Estamos aqui pela aprovação de Deus.
  • Você não vence aquilo que se recusa a nomear.

Charles Scott é vice-presidente de Relações Externas da Oral Roberts University, nos Estados Unidos, onde trabalha na ampliação das parcerias e do alcance global da universidade. Foi bispo geral da Pentecostal Church of God. É doutor em Educação pela Oral Roberts University, com foco em liderança e desenvolvimento organizacional, e autor do livro Storms Don’t Bother Me.