A misericórdia triunfa sobre o juízo
Eu dizia uma frase que era uma mentira, e eu acreditava nela sobre mim. Eu repetia como se fosse uma explicação para algo que eu sentia. Eu dizia: Deus me abençoou com dois filhos e eu sou tão grata por isso, porque eu sei que muitas mulheres têm dificuldade para gerar. E eu sou grata a Deus. Mas a maternidade, eu dizia, não é uma coisa natural para mim. Como se eu tivesse alguma dificuldade.
E um dia o Espírito Santo falou comigo: essa é uma mentira de Satanás que você tomou sobre si. Isso não é verdade. A maternidade é uma coisa natural para todas as mulheres. Seja a maternidade em que ela gera filhos biológicos, seja a maternidade de gerar filhos espirituais, de gerar projetos. A maternidade é o poder mais avassalador que Deus colocou dentro de uma mulher. Então você deve abraçar isso como algo que Deus determinou como um propósito para você, e não ficar em luta contra isso.
Então eu me arrependi, eu orei e pedi perdão ao Senhor por ter repetido tantas vezes essa mentira que eu havia acolhido na minha mente. Mas o fato é que a gente muda a mente, e as coisas que você eventualmente falou, as profecias tortas que você mesma proferiu com a sua boca, elas levam um tempo. É um processo, até que eu entenda que a verdade de Deus sobre a minha vida, sobre a minha casa e sobre os meus filhos não é aquilo que eu falei a vida inteira, mesmo de forma inocente, mesmo sem maldade.
É a partir daí que eu quero compartilhar alguns aspectos desses dois capítulos de Juízes, da história de Débora. No capítulo 4 o texto conta de forma narrada a ordem dos acontecimentos. E no capítulo 5 ele conta de forma poética, no cântico de Débora, uma forma de cantar sobre os acontecimentos.
E o Senhor está nos chamando para cantar e contar sobre as suas maravilhas, para cantar e contar aos nossos filhos o que o Senhor já fez por nós, os livramentos que Ele nos deu.
Débora, mulher de Lapidote
Um aspecto importante da vida de Débora é que, quando o texto começa a falar de quem ela era, ele diz assim: Débora, mulher de Lapidote.
Isso me chamou bastante atenção, porque o nome do marido dela era bem sugestivo. Lapidote. O texto só menciona isso. Mas, para ter uma mulher daquela envergadura, eu tenho certeza que ele a lapidava em casa. E aí ela ia trabalhar, ela ia liderar o povo embaixo da palmeira, ela ia julgar, ela ia para a guerra. Mas em casa ela tinha um esposo cujo nome era Lapidote.
Eu sou casada com o Lapidote. Ele parece quietinho, mas ele corta fundo. E glória a Deus pelos nossos esposos que nos lapidam. Às vezes a gente é uma pedra meio bruta, que para encontrar o brilho precisa apanhar, precisa cortar as arestas, precisa tratar.
Depois o texto diz que Débora estava na época dos juízes, e por isso a história está em Juízes. Era o tempo em que não havia reis em Israel, então os juízes eram os líderes da nação. Débora era o equivalente hoje a presidente do povo. Ela era a líder, e era uma juíza que liderava aquele povo, julgando.
Ela estava ali fazendo o seu melhor, julgando o povo. O povo vinha até ela, e eles reconheciam nela uma mulher capaz de resolver os conflitos. Ela tinha essa habilidade de ouvir uma questão, um conflito entre uma pessoa e outra, e dava uma palavra de sentença, um veredito.
O julgamento não resolvia o problema
Mas naquele tempo a Bíblia diz que eles estavam oprimidos havia vinte anos pelos cananeus.
E sabe o que veio ao meu coração? Que, enquanto Débora ocupava o tempo dela fazendo o seu melhor embaixo daquela palmeira, para julgar as questões do povo, o inimigo estava assolando, estava investindo contra eles, estava atacando o povo de Deus.
Sabe por quê? Porque a nossa guerra não é uns contra os outros. A nossa guerra é contra o inimigo. E quando nós nos esquecemos de quem é o nosso inimigo de verdade, sabe o que acontece? Sobra picuinha. Sobra conflito entre nós. Nós achamos um jeito de brigar, de discordar ou de entrar em conflito, porque esquecemos quem é o nosso verdadeiro inimigo.
Então eles estavam ali sendo oprimidos pelos cananeus, com as suas colheitas roubadas, com medo. Eles nem andavam nas ruas principais, andavam pelos atalhos. Os camponeses já tinham desistido, o texto diz. Os guerreiros já tinham desistido. E Débora estava ali julgando.
Era esse o entendimento que ela tinha sobre si mesma: eu sou uma juíza e eu vou julgar. E ela certamente fazia isso muito bem. Mas o julgamento não resolvia o problema contra o inimigo. O julgamento não resolvia a assolação e a destruição que eles estavam sofrendo.
Então Débora certamente começou a orar, porque no cântico dela ela fala que ouviu: desperta, desperta, desperta, Débora, desperta. E ela diz: então eu me levantei como uma mãe em Israel.
Cessaram as aldeias em Israel, cessaram; até que eu, Débora, me levantei, por mãe em Israel me levantei.
Juízes 5.7
A misericórdia triunfa sobre o juízo
Eu estava terminando o meu esboço quando eu ouvi claramente um texto que diz que a misericórdia triunfa sobre o juízo. Está lá em Tiago, capítulo 2. Eu tinha acabado de escrever isso, e logo em seguida recebi a confirmação da mesma frase, vinda de outra boca. E eu disse: Senhor, obrigada pela confirmação. O Senhor é tão bom, o Senhor me dá uma chance.
Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa do juízo.
Tiago 2.13
E quando Débora entendeu isso. Ser uma juíza era algo bom, julgar o povo era algo louvável, o povo reconhecia a autoridade dela e vinha até ela. É importante você atuar onde as pessoas reconhecem a autoridade que está sobre você, e não querer se colocar em lugar para o qual você não foi chamada. Quando as pessoas reconhecem a tua autoridade, elas vêm até você e você vai abençoá-las de alguma maneira.
Mas Deus queria ir além com aquela mulher. Deus queria levá-la a um nível maior. Deus queria levá-la não apenas a si mesma, mas a libertar um povo inteiro.
Então ela ouviu aquele cântico espiritual e começou a louvar ao Senhor dizendo: desperta, desperta, desperta o dom que há em mim. Não importa a posição em que você já esteja. Talvez você esteja em uma posição de autoridade, as pessoas reconhecem quem você é, elas vêm pedir a sua ajuda. Mas há um nível mais alto, há um nível mais profundo de autoridade, há um nível a que você vai chegar em que você não vai libertar apenas a si mesma e a sua casa, mas um povo, através da sua obediência e do seu coração.
Então ela diz: eu me levantei como uma mãe. Muitas pessoas talvez depreciem, e muitas mulheres, como eu já fiz, depreciaram o seu dom de gerar filhos, achando que ser importante, ter relevância ou causar impacto na sociedade seria ocupar uma posição em algum lugar. Uma posição de juíza, de autoridade, uma posição política, uma posição no mundo empresarial. E isso é muito bom.
Mas acima de qualquer posição, a mulher que se levanta a favor do seu povo é ajudada pelos céus. Porque a Bíblia diz, lá no cântico de Débora, que os céus se movimentaram em favor do intento de Débora. Os céus se moveram, as estrelas vieram lutar em favor daquele povo quando uma mulher se levantou como mãe. E a gente nem sabe se ela tinha filhos. A Bíblia não menciona isso. Mas ela se levantou como uma mãe.
O look que Deus mandou comprar
Faz mais ou menos um ano que eu comprei esta roupa. Eu vou confessar para vocês que eu estava numa viagem nos Estados Unidos, e eu sou um pouquinho pão dura, só Deus está me libertando disso. Eu estava acompanhada da minha sobrinha, a gente foi ao outlet, e eu vi essa loja e falei: meu Deus, que roupa mais linda. Era uma roupa de seda bordada, e eu nunca tinha comprado um look assim, porque é caro.
E elas falaram: olha, eu acho que você deveria comprar. Você deveria comprar esse look para o Modeladas. Eu nem tinha sido convidada para falar ali. Mas ela já dizia profeticamente: não, você tem que tirar o dinheiro do bolso e comprar esse look.
E eu fiquei guardando essa roupa. Aí veio o convite. E, quando veio o convite, veio junto uma noite daquelas, sabe quando Jacó encontra o anjo, aquelas lutas que você passa de madrugada, acordada, orando e pedindo misericórdia. Eu cheguei despedaçada, com a cara toda amassada, com o olho inchado.
E aí eu recebi uma palavra do céu para a minha vida. Deus sabe como aquela palavra curou o meu coração, porque Deus disse: eu estou me movendo em seu favor, eu estou repreendendo o Leviatã e Jezabel. Eu vi que a atmosfera mudou naquela hora.
E eu disse: eu vou com a minha roupa para confundir o inimigo. A Bíblia nos diz para sermos vestidas de glória e honra. E o inimigo estava querendo me ver envergonhada, descabelada. Mas você sabe o quê? Você perdeu. Perdeu. Mesmo que eu ainda chore. Porque pensa numa pessoa dura para chorar lá fora, mas quando eu chego na presença de Jesus eu fico uma manteiga derretida.
Jael arrumou uma mesa na presença do inimigo
A outra coisa que me chamou a atenção foi Jael.

E eu fiquei pensando: mas que sem-vergonha esse Héber, o queneu, fazendo as pazes com o inimigo que estava destruindo o povo dele. Como é que pode?
Aí eu continuei refletindo, e o Senhor falou comigo: olha, havia um propósito naquilo. Porque, quando Sísera estava fugindo, aquele general era terrível. Mesmo tendo perdido aquela batalha, se ele tivesse continuado vivo, ele ia arrumar outros soldados para vir de novo assolar e atacar o povo de Deus. Então Deus queria destruir aquele general.
E Sísera, muito esperto, já cansado da batalha, estava com medo e estava fugindo. E talvez ele soubesse onde era a casa de Héber, o queneu, o esposo de Jael.
Eu fico pensando: eu no lugar dela, o que eu faria? Se o inimigo chegasse na minha casa, eu já ia logo pegando o cabo da vassoura, sei lá, no mínimo, e ia querer dar nele e afugentá-lo.
Mas olha a sabedoria dessa mulher. Olha o poder de influência e o poder estratégico de Jael. Porque ela recebe o inimigo dentro da sua casa. Ela não ficou se rebelando ou reclamando: olha, esse meu marido não tem discernimento, esse meu marido faz as pazes com o inimigo, eu não concordo com isso. Ela não ficou clamando as suas reclamações nem as suas discordâncias.
Sabe o que ela faz? Ela aproveita estrategicamente a confiança de Sísera em se refugiar na tenda dela. E ela o recebe. E no cântico de Débora diz que ela o recebe com uma tigela de príncipe. Ele pede água e ela entrega mais, ela entrega leite. Ela serve ele como um príncipe.
Ela arruma uma mesa na presença do seu inimigo. E Sísera já tinha aquela informação: o clã de Héber, o queneu, fez as pazes com o meu povo. Eu posso entrar, aqui é um lugar onde eu posso confiar, aqui é um lugar onde eu posso baixar a guarda, aqui é um lugar onde eu posso relaxar. E Jael o tratou exatamente desse jeito. Ela o tratou como um príncipe.
Mas ela sabia o que ela iria fazer. Então ela aproveita que ele dormiu depois do leitinho morninho que ela deu para ele. Um mingauzinho, quem sabe. Cantou uma canção para ele dormir. A Bíblia não fala isso, eu estou inventando. E ele pegou no sono e dormiu.
E vocês já sabem o resto da história. Ela pegou uma estaca e cravou na têmpora dele. Pensa numa mulher arretada. E quando o marido dela chega, ela já tinha feito o serviço, ela já tinha acabado com aquele homem. E o povo teve paz por quarenta anos.
Alguém em casa fez as pazes com quem não devia
E o Senhor ministrou o meu coração sobre essa situação. Às vezes, na nossa casa, alguém fez as pazes com quem não deveria fazer. Eu não sei se o seu marido, seu filho ou sua filha fez acordos de paz com o inimigo. Acordos de não destruição, de não ataque uns contra os outros. Acordos de ir pelo mesmo caminho e pelo mesmo rumo do inimigo.
Mas quando Deus quer abençoar alguém, quando Deus quer fazer algo, Ele usa até o inimigo. Então você não precisa, você não deve ficar guerreando contra o seu marido, guerreando contra o seu filho, por conta desses acordos que você percebe que eventualmente foram feitos e que trouxeram o inimigo para dentro da sua casa.
Porque, quando você se levanta como uma mãe e faz com que a misericórdia triunfe sobre o juízo, ao invés de ficar julgando porque você discorda daquilo, você se coloca no lugar de misericórdia. E essa misericórdia vai ser a arma de guerra que você vai usar para cravar a cabeça do inimigo.
Eu tenho essa tendência de olhar uma coisa de que eu não concordo e já ficar atiçada, querendo resolver. O meu valor de justiça é alto. Mas nem sempre o nosso valor de justiça tem que se estabelecer na hora que a gente quer, no nosso ímpeto, naquele momento.
A misericórdia triunfa sobre o juízo. Aquela mulher acolheu Sísera com misericórdia, e depois o juízo veio. Só que, no nosso caso, quando nós estabelecemos a misericórdia acima do julgamento, o próprio Senhor julgará o nosso inimigo. Nós não precisaremos sujar as nossas mãos com sangue nem pegar estaca nenhuma. Mas, espiritualmente, a maior arma de guerra é o amor.
Parece ser um paradoxo, mas experimente. Você pode tentar todos os artifícios, você pode ser versada em expulsar demônios, em lutar contra o inimigo. Mas experimente a arma do amor e veja o que Deus pode fazer. Deixa Ele lutar as suas guerras. Deixa o céu se mover em seu favor quando você se levanta com graça e misericórdia acima do juízo, como Débora fez.
E Débora certamente foi um exemplo para Jael. Olha o que ela fez: ela acolheu e depois ela agiu. E ela ajudou. Ela teve a honra de libertar aquele povo por quarenta anos de paz.
É tão profunda, é tão importante, é tão significativa a vitória que Deus pode dar a mulheres que estão nos seus ofícios domésticos. Jael estava lá, e o que ela sabia era servir a mesa. O que ela sabia era fazer um mingau. O que ela sabia era cozinhar para receber as pessoas. Mas ela também era uma mulher corajosa e valente. E quando foi a hora certa, ela agiu e levou o seu povo à libertação.
Eu sinto o Senhor falando claramente ao nosso coração que Ele está nos levando a esse nível mais profundo de graça e de misericórdia. Ele está falando comigo para começar, comigo, que sou a mais necessitada. Mas eu sei que o Senhor também está falando com todas nós.
Eu entendi que misericórdia é uma palavra que junta miséria com coração. É você pegar a miséria de alguém e trazer para o seu coração. Ao invés de você julgar aquela miséria, você a traz para o seu coração e age com graça. Tocar o coração de alguém com a graça que Deus já entregou para você. Começando pela sua casa. Porque se levantar como uma mãe começa dentro da nossa casa.
A expectativa da mãe de Sísera
E para finalizar, eu queria falar sobre uma outra mãe desse texto, que também me chamou a atenção. E esse não é um bom exemplo para nós, mas eu sei que o Senhor quer falar conosco a respeito das expectativas de uma mãe.
Que expectativa nós temos sobre quem nós lideramos? Que expectativa nós temos sobre os nossos filhos? Qual é o peso da nossa expectativa sobre os nossos filhos, que pode levá-los à destruição?
A mãe de Sísera olhava pela janela, e exclamava pela grade: Por que tarda em vir o seu carro? As mais sábias das suas damas responderam; e até ela respondia a si mesma: Porventura não achariam e repartiriam despojos? Uma ou duas moças a cada homem? Para Sísera despojos de estofos coloridos, despojos de estofos coloridos bordados.
Juízes 5.28-30
Ela olhava para fora e dizia: por que tarda o meu filho e os seus soldados a voltarem para casa? Eu não estou ouvindo o barulho dos carros de ferro, eu não estou ouvindo o barulho do tropel deles vindo de volta. E ela dizia no seu coração: certamente eles estão dividindo os despojos, certamente eles estão pegando uma ou duas mulheres para o meu filho e para os seus soldados, certamente eles estão pegando as vestes dessas mulheres e trazendo como despojo para eu colocar no meu pescoço, panos bordados, para eu me vestir da glória da vitória.
Aquela mulher tinha uma expectativa ambiciosa, impura. E ela, sendo uma autoridade sobre a vida de Sísera, tinha aquela expectativa de que eles trouxessem uma ou duas mulheres cativas, prisioneiras, para cada um.
E eu disse: Senhor, purifica as nossas emoções, as nossas expectativas como mães sobre os nossos filhos. Que expectativas talvez ambiciosas. Todas nós queremos, como mães, que os nossos filhos sejam grandes, que eles sejam poderosos na terra. E isso é bom. Mas muitas vezes o nosso coração pode ficar deturpado, e nós queremos ambicionar coisas que não é para nós ambicionarmos, coisas que são impuras, coisas que vão trazer destruição para a vida dos nossos filhos.
E eu creio que, por causa daquela expectativa da mãe de Sísera sobre ele, ela teve uma triste notícia do fim dele. Depois que ela cansou de esperar, certamente ela recebeu a notícia da derrota que eles tinham tido, que eles se atolaram no seu próprio orgulho, se atolaram na sua própria força, se atolaram na beira daquele rio com os seus carros de ferro. Aquilo que era o seu poder se tornou a sua fraqueza.
Imagina: você está vendo o inimigo todo cheio de armas contra você, ele tem aparatos bélicos, ele tem estratégias, ele tem maior número, ele é mais forte, ele aparenta ter mais força, e parece que tem mesmo. Mas Deus pega a força do inimigo e usa contra ele mesmo. Ele vai pegar a força do seu inimigo e vai fazer com que ele seja destruído no seu próprio ímpeto e na sua própria força.
Não ande como os camponeses que desistiram
Não tenha medo. Não ande como aqueles camponeses

Tem alguma semelhança aqui no Brasil? Tem uns vinte anos que a gente está sofrendo. E aí nós nos revoltamos e nos posicionamos dizendo: não, nós não nos acostumamos com isso. Essa não é a verdade sobre o Brasil. Essa não é a verdade de Deus sobre o Brasil. Os céus se levantam e guerreiam por nós quando nós nos posicionamos como mães, como mães no Brasil.
Eu quero te convidar mais uma vez a se colocar nesse lugar pelo nosso Brasil, a se colocar nesse lugar como mãe e a ir além daquilo que você já faz, ouvindo o cântico que diz desperta, desperta, desperta. Você foi chamada para algo além daquilo que você já tem, para algo mais nobre. A misericórdia triunfa sobre o juízo.
Então levante as suas mãos e diga:
Senhor, eu me rendo. Eu me rendo à Tua graça e à Tua misericórdia. Eu abro mão da minha justiça própria, eu abro mão dos meus julgamentos, eu me posiciono com misericórdia, porque a misericórdia triunfa sobre o juízo, e a misericórdia vai nos fazer vencedoras.
E a misericórdia fará com que o Brasil se levante como a nação que Deus o criou para ser, como esse gigante. Terra amada, terra adorada, o nosso Brasil é do Senhor Jesus. O nosso Brasil não é de um partido das trevas, ele é do Senhor Jesus. E nós somos mães que se levantam pelo Brasil, em nome de Jesus.
Ane Borges é bispa da Comunidade das Nações, empresária e palestrante.

